O professor Goulão brindou-nos com um belíssimo calendário. Reúne outros magníficos trabalhos que têm uma marca inconfundível de cor, de brilho, de alegria…
Quase me fez esquecer a enorme vontade de hibernar, de fugir deste cinzento, geoso e melancólico mês.
Margarida Santos a 11 de Janeiro de 2010 às 19:33